A Voz do Torcedor

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BETS: FECHARAM O CASSINO, E AGORA?
Por Cadu Marques
26 de setembro de 2026
91 acessos

Rapaz… senta aí que essa conta promete dar ressaca.
A conversa sobre apertar o cerco nas bets tá pegando fogo. E não é simplesmente “acabou aposta”. O problema é a possível pancada no mercado regulado, principalmente nos cassinos on-line.
E quem mama nessa teta?
O futebol.
Flamengo, Vasco, Botafogo e companhia têm dinheiro de patrocínio de bet entrando pela porta da frente.
Aí, se fecharem a torneira, quero ver quem aparece com o balde.
O Flamengo já colocou esse risco no radar e trabalha com uma estratégia simples: proteger os contratos que existem, defender o mercado regulado e acelerar outras fontes de receita.
Traduzindo pro boteco: se arrancarem uma tomada, o Mengão quer ter outras dez ligadas.
Porque salário não se paga com discurso bonito.
E boleto não aceita “SRN”.
O clube vem tentando transformar a própria torcida em um ecossistema comercial, com produtos, experiências, conteúdo, assinaturas e novas parcerias.
E isso é importante.
Porque depender eternamente de bet é igual depender daquele amigo que sempre promete:
“Semana que vem eu te pago.”
Você sabe que uma hora vai dar merda.
Agora vem a pergunta que ninguém gosta de fazer: se o mercado legal encolher, o apostador vai simplesmente parar de apostar?
Ou vai procurar aquelas bets clandestinas que brotam da internet igual barata depois da chuva?
Porque se fechar o mercado legal sem combater o ilegal de verdade, pode acontecer aquela genialidade brasileira: acabar com o cassino da esquina e deixar o cassino clandestino funcionando no WhatsApp.
E no meio dessa bagunça está o Flamengo fazendo conta.
Se a torneira das bets secar, o clube precisa ter outra fonte jorrando.
Porque o Maracanã não paga conta.
A torcida não paga boleto.
E jogador não recebe salário em abraço.
No futebol moderno, quem não diversifica receita acaba diversificando sofrimento.
E eu já tô vendo dirigente abrindo a calculadora e fazendo promessa pra São Judas.
Voz do Torcedor — Cadu Marques Fla10 News. Aqui a gente não passa pano. No máximo, passa guardanapo na mesa do bar.
Cadu Marques é flamenguista das antigas e colaborador do Fla10 News.
A conversa sobre apertar o cerco nas bets tá pegando fogo. E não é simplesmente “acabou aposta”. O problema é a possível pancada no mercado regulado, principalmente nos cassinos on-line.
E quem mama nessa teta?
O futebol.
Flamengo, Vasco, Botafogo e companhia têm dinheiro de patrocínio de bet entrando pela porta da frente.
Aí, se fecharem a torneira, quero ver quem aparece com o balde.
O Flamengo já colocou esse risco no radar e trabalha com uma estratégia simples: proteger os contratos que existem, defender o mercado regulado e acelerar outras fontes de receita.
Traduzindo pro boteco: se arrancarem uma tomada, o Mengão quer ter outras dez ligadas.
Porque salário não se paga com discurso bonito.
E boleto não aceita “SRN”.
O clube vem tentando transformar a própria torcida em um ecossistema comercial, com produtos, experiências, conteúdo, assinaturas e novas parcerias.
E isso é importante.
Porque depender eternamente de bet é igual depender daquele amigo que sempre promete:
“Semana que vem eu te pago.”
Você sabe que uma hora vai dar merda.
Agora vem a pergunta que ninguém gosta de fazer: se o mercado legal encolher, o apostador vai simplesmente parar de apostar?
Ou vai procurar aquelas bets clandestinas que brotam da internet igual barata depois da chuva?
Porque se fechar o mercado legal sem combater o ilegal de verdade, pode acontecer aquela genialidade brasileira: acabar com o cassino da esquina e deixar o cassino clandestino funcionando no WhatsApp.
E no meio dessa bagunça está o Flamengo fazendo conta.
Se a torneira das bets secar, o clube precisa ter outra fonte jorrando.
Porque o Maracanã não paga conta.
A torcida não paga boleto.
E jogador não recebe salário em abraço.
No futebol moderno, quem não diversifica receita acaba diversificando sofrimento.
E eu já tô vendo dirigente abrindo a calculadora e fazendo promessa pra São Judas.
Voz do Torcedor — Cadu Marques Fla10 News. Aqui a gente não passa pano. No máximo, passa guardanapo na mesa do bar.
Cadu Marques é flamenguista das antigas e colaborador do Fla10 News.
*As opiniões expressadas aqui são de inteiro conteúdo do autor e não refletem a opinião editorial deste portal.
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