A Voz do Torcedor

A Voz do Torcedor
RESUMÃO DAS OITAVAS COM CADU
Por Cadu Marques
08 de julho de 2026
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Rapaziada... vou falar uma coisa pra vocês... essa Copa tá parecendo roteiro de novela das nove. Quando tu acha que entendeu alguma coisa, vem outra maluquice e bagunça tudo.
E vamos começar pela nossa Seleção...
Perder pra Noruega é sacanagem, pô! Com todo respeito aos vikings, mas os caras são mais conhecidos por fazer salmão do que eliminar o Brasil. Os caras vieram lá da terra do frio, onde o sol tira folga, e botaram a nossa Seleção pra dormir mais cedo. O ataque parecia bloqueado no aplicativo, o meio-campo tava mais perdido que cego em tiroteio e a defesa... meu Deus... parecia promoção: passou um, passou dois, passa todo mundo.
Na moral... teve torcedor que desligou a televisão e foi lavar louça pra esfriar a cabeça. E olha que lavar louça depois de uma eliminação já é castigo demais. Do jeito que a Seleção jogou, se tivesse mais dez minutos de partida, era capaz da Noruega fazer gol até de escanteio cobrado direto.
Agora... Argentina e Egito...
Rapaz... aquilo ali foi uma confusão tão grande que, se tivesse um tiozinho vendendo amendoim no estádio, ele também queria dar opinião.
O Egito jogando direitinho, a Argentina toda enrolada... aí começou aquela bagunça. Um reclama daqui, outro reclama dali, jogador cercando o árbitro igual urubu em saco de lixo. No fim, os hermanos passaram daquele jeitinho que faz metade do planeta revirar os olhos. Os egípcios saíram com aquela cara de "isso só acontece com a gente", e os argentinos comemoraram como se tivessem ganhado a Copa.
E o Messi? É impressionante. O homem passa um tempão sumido, tu já começa a zoar... daqui a pouco aparece, resolve tudo e ainda faz cara de quem nem suou. Parece aquele teu parceiro da pelada que passa o jogo inteiro no churrasco e, na última bola, faz o gol e ainda pede música.
A França fez o arroz com feijão. Entrou, trabalhou, resolveu e foi embora. Igual pintor bom: sem firula, entrega o serviço e recebe o pagamento.
A Espanha ficou tocando bola igual àquele amigo pão-duro que leva a bola pra pelada e, se perde, acaba o jogo. Portugal correu atrás o tempo todo e parecia que tava tentando pegar ônibus já saindo do ponto.
A Bélgica resolveu acabar com o sonho dos americanos sem muita cerimônia. Os caras acharam que era filme de Hollywood, mas descobriram que na Copa nem sempre o mocinho vence.
A Inglaterra passou, mas sofreu mais que carioca tentando pegar a Linha Amarela na sexta-feira às seis da tarde. Ganha, mas faz questão de deixar a torcida à beira de um infarto.
Marrocos já virou aquele convidado que ninguém chamou pra resenha, mas chega, senta na melhor cadeira, come a picanha primeiro e ainda leva marmita pra casa. Tá jogando bola demais.
E a Suíça? Meu irmão... os caras transformaram um 0 a 0 num teste de resistência. Foi aquele jogo que até quem tava assistindo começou a bocejar. Parecia pelada depois da feijoada de domingo. A bola ia, voltava e ninguém resolvia nada.
Aí vieram os pênaltis... e aí não tem conversa bonita. É coração na boca e perna tremendo. A Colômbia vacilou, a Suíça foi gelada igual o inverno deles e carimbou a vaga. Os caras comemoram a classificação do mesmo jeito que pagam boleto: sem fazer barulho.
No fim das contas, essas oitavas provaram uma coisa: Copa do Mundo não respeita currículo. O favorito vira freguês, a zebra vira protagonista, o juiz vira mais comentado que muitos atacantes e o torcedor... ah, esse sofre de qualquer jeito.
Agora vêm as quartas de final...
Então prepara outra gelada, porque se as oitavas já foram essa doideira, daqui pra frente é proibido cardíaco. E quer saber? É por isso que a gente ama futebol. Reclama, xinga, promete nunca mais assistir... e no jogo seguinte tá todo mundo na frente da televisão de novo, como se nada tivesse acontecido.
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Cadu Marques é flamenguista das antigas e colaborador do Fla10 News.
E vamos começar pela nossa Seleção...
Perder pra Noruega é sacanagem, pô! Com todo respeito aos vikings, mas os caras são mais conhecidos por fazer salmão do que eliminar o Brasil. Os caras vieram lá da terra do frio, onde o sol tira folga, e botaram a nossa Seleção pra dormir mais cedo. O ataque parecia bloqueado no aplicativo, o meio-campo tava mais perdido que cego em tiroteio e a defesa... meu Deus... parecia promoção: passou um, passou dois, passa todo mundo.
Na moral... teve torcedor que desligou a televisão e foi lavar louça pra esfriar a cabeça. E olha que lavar louça depois de uma eliminação já é castigo demais. Do jeito que a Seleção jogou, se tivesse mais dez minutos de partida, era capaz da Noruega fazer gol até de escanteio cobrado direto.
Agora... Argentina e Egito...
Rapaz... aquilo ali foi uma confusão tão grande que, se tivesse um tiozinho vendendo amendoim no estádio, ele também queria dar opinião.
O Egito jogando direitinho, a Argentina toda enrolada... aí começou aquela bagunça. Um reclama daqui, outro reclama dali, jogador cercando o árbitro igual urubu em saco de lixo. No fim, os hermanos passaram daquele jeitinho que faz metade do planeta revirar os olhos. Os egípcios saíram com aquela cara de "isso só acontece com a gente", e os argentinos comemoraram como se tivessem ganhado a Copa.
E o Messi? É impressionante. O homem passa um tempão sumido, tu já começa a zoar... daqui a pouco aparece, resolve tudo e ainda faz cara de quem nem suou. Parece aquele teu parceiro da pelada que passa o jogo inteiro no churrasco e, na última bola, faz o gol e ainda pede música.
A França fez o arroz com feijão. Entrou, trabalhou, resolveu e foi embora. Igual pintor bom: sem firula, entrega o serviço e recebe o pagamento.
A Espanha ficou tocando bola igual àquele amigo pão-duro que leva a bola pra pelada e, se perde, acaba o jogo. Portugal correu atrás o tempo todo e parecia que tava tentando pegar ônibus já saindo do ponto.
A Bélgica resolveu acabar com o sonho dos americanos sem muita cerimônia. Os caras acharam que era filme de Hollywood, mas descobriram que na Copa nem sempre o mocinho vence.
A Inglaterra passou, mas sofreu mais que carioca tentando pegar a Linha Amarela na sexta-feira às seis da tarde. Ganha, mas faz questão de deixar a torcida à beira de um infarto.
Marrocos já virou aquele convidado que ninguém chamou pra resenha, mas chega, senta na melhor cadeira, come a picanha primeiro e ainda leva marmita pra casa. Tá jogando bola demais.
E a Suíça? Meu irmão... os caras transformaram um 0 a 0 num teste de resistência. Foi aquele jogo que até quem tava assistindo começou a bocejar. Parecia pelada depois da feijoada de domingo. A bola ia, voltava e ninguém resolvia nada.
Aí vieram os pênaltis... e aí não tem conversa bonita. É coração na boca e perna tremendo. A Colômbia vacilou, a Suíça foi gelada igual o inverno deles e carimbou a vaga. Os caras comemoram a classificação do mesmo jeito que pagam boleto: sem fazer barulho.
No fim das contas, essas oitavas provaram uma coisa: Copa do Mundo não respeita currículo. O favorito vira freguês, a zebra vira protagonista, o juiz vira mais comentado que muitos atacantes e o torcedor... ah, esse sofre de qualquer jeito.
Agora vêm as quartas de final...
Então prepara outra gelada, porque se as oitavas já foram essa doideira, daqui pra frente é proibido cardíaco. E quer saber? É por isso que a gente ama futebol. Reclama, xinga, promete nunca mais assistir... e no jogo seguinte tá todo mundo na frente da televisão de novo, como se nada tivesse acontecido.
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Cadu Marques é flamenguista das antigas e colaborador do Fla10 News.
*As opiniões expressadas aqui são de inteiro conteúdo do autor e não refletem a opinião editorial deste portal.
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