Opinião
Arigatou x Obrigado
Rapaz… vou falar uma parada aqui de coração, naquele papo de mesa de bar mesmo… esse Brasil x Japão tem uma história que muita gente vai assistir e nem vai perceber.
Porque quando fala Japão e futebol, tem um nome que aparece antes de qualquer outro: Zico. E olha a ironia da vida… um dos maiores jogadores que o Brasil já teve, o Galinho de Quintino, aquele camisa 10 que fez história no Flamengo, foi parar no Japão numa época que muita gente achava que futebol japonês nem ia chegar perto do nível que chegou.
Só que o Zico não foi para lá só para bater uma bola e encerrar a carreira. O cara chegou com mentalidade de quem queria mudar uma cultura. Chegou ensinando que jogador bom não vive só de talento, vive de treino, dedicação, responsabilidade.
E os japoneses compraram essa ideia de um jeito absurdo.
O cara virou praticamente um símbolo por lá. O torcedor do Kashima Antlers não olha para o Zico como um estrangeiro que passou pelo clube. Olha como alguém que ajudou a construir a história deles. É aquele respeito que você vê quando um cara deixa uma marca de verdade.
E aí vem uma coisa que é muito do futebol: o Brasil deu o Zico para o mundo, mas o Japão também deu uma parte da história deles para o Zico.
Depois ainda teve a seleção japonesa. O cara voltou para o Japão como treinador, ajudou aquele futebol a crescer, ganhou título, levou o Japão para Copa… então quando os japoneses olham para o Brasil, tem um pouco dessa ligação com ele.
Agora pensa comigo… segunda-feira tem Brasil x Japão na Copa. É jogo grande, mata-mata, nervoso. Mas tem esse detalhe diferente: de um lado está o país onde nasceu o Zico, do outro está o país onde ele virou quase uma lenda.
E vou falar uma coisa: quem acha que vai ser moleza para o Brasil está vivendo no passado. O Japão mudou. Os caras são organizados, correm muito, não entregam uma bola de graça. Tem aquela disciplina japonesa, aquela coisa de lutar até o último minuto.
Mas também tem a camisa brasileira. Tem história. Tem peso.
E o próprio Zico vive esse conflito bonito: ele é Brasil, ele é Flamengo, ele é futebol brasileiro… mas também tem carinho pelo Japão porque ali ele construiu uma vida e uma história.
No final das contas, é aquele tipo de jogo que o futebol gosta de contar. Não é só 11 contra 11 dentro de campo. Tem memória, tem respeito, tem uma ligação que começou lá atrás.
E talvez lá no Japão tenha muito torcedor olhando esse jogo pensando: “esse Brasil aí é a terra do homem que ajudou a mudar o nosso futebol”.
E esse homem é o velho Galinho. O Zico
Porque quando fala Japão e futebol, tem um nome que aparece antes de qualquer outro: Zico. E olha a ironia da vida… um dos maiores jogadores que o Brasil já teve, o Galinho de Quintino, aquele camisa 10 que fez história no Flamengo, foi parar no Japão numa época que muita gente achava que futebol japonês nem ia chegar perto do nível que chegou.
Só que o Zico não foi para lá só para bater uma bola e encerrar a carreira. O cara chegou com mentalidade de quem queria mudar uma cultura. Chegou ensinando que jogador bom não vive só de talento, vive de treino, dedicação, responsabilidade.
E os japoneses compraram essa ideia de um jeito absurdo.
O cara virou praticamente um símbolo por lá. O torcedor do Kashima Antlers não olha para o Zico como um estrangeiro que passou pelo clube. Olha como alguém que ajudou a construir a história deles. É aquele respeito que você vê quando um cara deixa uma marca de verdade.
E aí vem uma coisa que é muito do futebol: o Brasil deu o Zico para o mundo, mas o Japão também deu uma parte da história deles para o Zico.
Depois ainda teve a seleção japonesa. O cara voltou para o Japão como treinador, ajudou aquele futebol a crescer, ganhou título, levou o Japão para Copa… então quando os japoneses olham para o Brasil, tem um pouco dessa ligação com ele.
Agora pensa comigo… segunda-feira tem Brasil x Japão na Copa. É jogo grande, mata-mata, nervoso. Mas tem esse detalhe diferente: de um lado está o país onde nasceu o Zico, do outro está o país onde ele virou quase uma lenda.
E vou falar uma coisa: quem acha que vai ser moleza para o Brasil está vivendo no passado. O Japão mudou. Os caras são organizados, correm muito, não entregam uma bola de graça. Tem aquela disciplina japonesa, aquela coisa de lutar até o último minuto.
Mas também tem a camisa brasileira. Tem história. Tem peso.
E o próprio Zico vive esse conflito bonito: ele é Brasil, ele é Flamengo, ele é futebol brasileiro… mas também tem carinho pelo Japão porque ali ele construiu uma vida e uma história.
No final das contas, é aquele tipo de jogo que o futebol gosta de contar. Não é só 11 contra 11 dentro de campo. Tem memória, tem respeito, tem uma ligação que começou lá atrás.
E talvez lá no Japão tenha muito torcedor olhando esse jogo pensando: “esse Brasil aí é a terra do homem que ajudou a mudar o nosso futebol”.
E esse homem é o velho Galinho. O Zico
Sobre Cadu marques
Cadu Marques é flamenguista das antigas e colaborador do Fla10 News.
Publicidade
728x90



