Opinião
Final de uma só Seleção!
Final de Copa do Mundo costuma ser aquele espetáculo de encher os olhos. Essa aí entre Espanha e Argentina passou longe disso. Foi um jogo amarrado, estudado, quase uma partida de xadrez com chuteira. Só que teve um detalhe: no tabuleiro, só a Espanha mexia as peças.
A Fúria não fez uma atuação de cinema, não deu show, não aplicou goleada, mas controlou a partida do começo ao fim. Teve mais posse, mais presença no campo de ataque, mais organização e mais repertório. A Argentina passou boa parte do jogo correndo atrás da sombra dos espanhóis, tentando sobreviver até encontrar uma bola salvadora. Ela nunca apareceu.
E aí entra um assunto que acompanhou os hermanos durante boa parte da Copa: a arbitragem. Mais uma vez surgiram lances discutíveis envolvendo decisões que, para muita gente, pareciam sempre pender para o mesmo lado. Na final, até um gol espanhol anulado gerou debate pesado, com críticas de que a jogada foi interrompida antes mesmo de permitir revisão mais ampla do VAR.
Mas, justiça seja feita: desta vez nem interpretação de árbitro, nem reclamação, nem pressão resolveram. Quando a bola rolou, a Espanha foi superior tecnicamente, taticamente e mentalmente. A Argentina brigou, catimbou, reclamou, tentou empurrar o jogo para o caos, mas encontrou uma seleção que não entrou na pilha.
No fim, ficou o retrato da decisão: não foi uma final bonita, foi uma final de controle. E controle, nessa noite, tinha uma camisa vermelha. A Espanha levantou a taça porque jogou futebol de campeão. A Argentina saiu reclamando da arbitragem como em tantos outros capítulos recentes, mas desta vez o problema não estava no apito. Estava do outro lado do campo.
A Fúria não fez uma atuação de cinema, não deu show, não aplicou goleada, mas controlou a partida do começo ao fim. Teve mais posse, mais presença no campo de ataque, mais organização e mais repertório. A Argentina passou boa parte do jogo correndo atrás da sombra dos espanhóis, tentando sobreviver até encontrar uma bola salvadora. Ela nunca apareceu.
E aí entra um assunto que acompanhou os hermanos durante boa parte da Copa: a arbitragem. Mais uma vez surgiram lances discutíveis envolvendo decisões que, para muita gente, pareciam sempre pender para o mesmo lado. Na final, até um gol espanhol anulado gerou debate pesado, com críticas de que a jogada foi interrompida antes mesmo de permitir revisão mais ampla do VAR.
Mas, justiça seja feita: desta vez nem interpretação de árbitro, nem reclamação, nem pressão resolveram. Quando a bola rolou, a Espanha foi superior tecnicamente, taticamente e mentalmente. A Argentina brigou, catimbou, reclamou, tentou empurrar o jogo para o caos, mas encontrou uma seleção que não entrou na pilha.
No fim, ficou o retrato da decisão: não foi uma final bonita, foi uma final de controle. E controle, nessa noite, tinha uma camisa vermelha. A Espanha levantou a taça porque jogou futebol de campeão. A Argentina saiu reclamando da arbitragem como em tantos outros capítulos recentes, mas desta vez o problema não estava no apito. Estava do outro lado do campo.
Sobre Cadu marques
Cadu Marques é flamenguista das antigas e colaborador do Fla10 News.
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