Opinião
O Flamengo venceu, dominou… e ainda saiu devendo?
Existe um tipo de emoção que só o futebol consegue proporcionar. E, muitas vezes, ela nasce justamente da contradição.
O Flamengo saiu irritado após sofrer o empate contra o Vasco nos acréscimos. Um resultado que incomodou do torcedor mais explosivo ao mais calmo dos rubro-negros.
No domingo (10/05), o cenário foi diferente. O time venceu o Grêmio por 1 a 0, na Arena, apresentou uma atuação dominante e criou oportunidades suficientes para construir uma goleada histórica. Mas o sentimento não foi exatamente de satisfação plena.
E talvez esteja aí a grande loucura do futebol.
Contra o Vasco, o Flamengo perdeu dois pontos nos últimos minutos. Contra o Grêmio, conquistou três pontos com autoridade, controle do jogo e imposição técnica. Ainda assim, a sensação de que o resultado “ficou barato” permaneceu.
Me causou surpresa ver parte da crônica esportiva questionar Leonardo Jardim após o clássico. Porque, em seis pontos disputados, o Flamengo conquistou quatro. E mais do que isso: apresentou um padrão de atuação que, mantido ao longo do campeonato, credencia o clube a lutar seriamente pelo bicampeonato brasileiro.
O que pesa mais?
Sofrer um gol de empate nos acréscimos? Ou desperdiçar a oportunidade de aplicar uma goleada histórica fora de casa, contra um rival tradicional, e ainda ampliar um saldo de gols que pode decidir um Campeonato Brasileiro de pontos corridos?
O futebol produz sentimentos antagônicos até nas vitórias.
E a resposta para essa pergunta talvez esteja distribuída entre os 45 milhões de rubro-negros.
O Flamengo saiu irritado após sofrer o empate contra o Vasco nos acréscimos. Um resultado que incomodou do torcedor mais explosivo ao mais calmo dos rubro-negros.
No domingo (10/05), o cenário foi diferente. O time venceu o Grêmio por 1 a 0, na Arena, apresentou uma atuação dominante e criou oportunidades suficientes para construir uma goleada histórica. Mas o sentimento não foi exatamente de satisfação plena.
E talvez esteja aí a grande loucura do futebol.
Contra o Vasco, o Flamengo perdeu dois pontos nos últimos minutos. Contra o Grêmio, conquistou três pontos com autoridade, controle do jogo e imposição técnica. Ainda assim, a sensação de que o resultado “ficou barato” permaneceu.
Me causou surpresa ver parte da crônica esportiva questionar Leonardo Jardim após o clássico. Porque, em seis pontos disputados, o Flamengo conquistou quatro. E mais do que isso: apresentou um padrão de atuação que, mantido ao longo do campeonato, credencia o clube a lutar seriamente pelo bicampeonato brasileiro.
O que pesa mais?
Sofrer um gol de empate nos acréscimos? Ou desperdiçar a oportunidade de aplicar uma goleada histórica fora de casa, contra um rival tradicional, e ainda ampliar um saldo de gols que pode decidir um Campeonato Brasileiro de pontos corridos?
O futebol produz sentimentos antagônicos até nas vitórias.
E a resposta para essa pergunta talvez esteja distribuída entre os 45 milhões de rubro-negros.
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