Opinião
O Flamengo venceu. Mas ainda depende do cenário perfeito.
Se você entende futebol além do placar, vai compreender a preocupação.
Um gol aos 10 minutos do primeiro tempo e a expulsão de um jogador adversário aos 32 formaram o cenário ideal para uma vitória tranquila. E o Flamengo aproveitou.
Mesmo antes da vantagem numérica, a equipe encontrou espaços entre o meio-campo e a defesa do Coritiba, pressionou a saída de bola e construiu oportunidades com naturalidade. Fez três gols, mas poderia ter feito cinco ou seis.
Só que o roteiro mudou cedo.
A lesão de Léo Ortiz, aos 17 minutos da primeira etapa, representou uma baixa que ninguém — da torcida à comissão técnica — esperava.
Entre os pontos positivos, Samuel Lino entregou a atuação que o torcedor aguardava. Foi mais agressivo, procurou e foi recompensado com dois gols importantes, mostrando que pode ser uma peça que pode ser decisiva na sequência da temporada.
Agora, o elenco entra em um período de pausa para quem não disputa a Copa do Mundo, enquanto o clube se prepara para os amistosos de intertemporada em Portugal.
Na volta, os desafios serão muito maiores.
O Flamengo terá pela frente o Cruzeiro nas oitavas de final da Libertadores e segue na perseguição ao Palmeiras na disputa pelo Campeonato Brasileiro.
Há qualidade técnica e desempenho suficientes para superar esses obstáculos. O problema é que a confiança ainda não acompanha o potencial.
Porque, quando tudo conspira a favor, o Flamengo mostra força para dominar adversários. Mas quando o cenário perfeito desaparece, o time ainda não transmite a segurança necessária para tranquilizar sua torcida.
Um gol aos 10 minutos do primeiro tempo e a expulsão de um jogador adversário aos 32 formaram o cenário ideal para uma vitória tranquila. E o Flamengo aproveitou.
Mesmo antes da vantagem numérica, a equipe encontrou espaços entre o meio-campo e a defesa do Coritiba, pressionou a saída de bola e construiu oportunidades com naturalidade. Fez três gols, mas poderia ter feito cinco ou seis.
Só que o roteiro mudou cedo.
A lesão de Léo Ortiz, aos 17 minutos da primeira etapa, representou uma baixa que ninguém — da torcida à comissão técnica — esperava.
Entre os pontos positivos, Samuel Lino entregou a atuação que o torcedor aguardava. Foi mais agressivo, procurou e foi recompensado com dois gols importantes, mostrando que pode ser uma peça que pode ser decisiva na sequência da temporada.
Agora, o elenco entra em um período de pausa para quem não disputa a Copa do Mundo, enquanto o clube se prepara para os amistosos de intertemporada em Portugal.
Na volta, os desafios serão muito maiores.
O Flamengo terá pela frente o Cruzeiro nas oitavas de final da Libertadores e segue na perseguição ao Palmeiras na disputa pelo Campeonato Brasileiro.
Há qualidade técnica e desempenho suficientes para superar esses obstáculos. O problema é que a confiança ainda não acompanha o potencial.
Porque, quando tudo conspira a favor, o Flamengo mostra força para dominar adversários. Mas quando o cenário perfeito desaparece, o time ainda não transmite a segurança necessária para tranquilizar sua torcida.
Sobre Hélio Pacheco
Hélio Pacheco é o redator do canal especializado em vôlei Office Vôlei. Opinião e Informação independente!!!
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