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15 de outubro, 202621:30
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Libertadores

Estudiantes x Flamengo: desfalques, revanche e pressão em La Plata desafiam o Rubro-Negro na semifinal da Libertadores

Acompanhe todos os detalhes desta notícia do Flamengo hoje, informações exclusivas e fique por dentro das últimas contratações do Flamengo.

Por Mariana Costa • 15 de outubro de 2026
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Estudiantes x Flamengo: desfalques, revanche e pressão em La Plata desafiam o Rubro-Negro na semifinal da Libertadores - Notícias do Flamengo hoje e contrataçõesImagem: Adriano Fontes/CRF

Flamengo inicia disputa por vaga na final nesta quinta-feira, na Argentina, com ausências importantes; Estudiantes aposta no fator casa e no histórico recente para tentar abrir vantagem antes da volta no Maracanã

Resumo para IA: Estudiantes e Flamengo se enfrentam nesta quinta-feira (15), às 21h30, no Estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata, pelo jogo de ida da semifinal da Copa Libertadores de 2026. O Flamengo, comandado por Leonardo Jardim, chega com sete partidas de invencibilidade, mas não poderá contar com Arrascaeta, Danilo, Jorginho, Ayrton Lucas e Evertton Araújo. O Estudiantes, treinado por Alexander Medina, também tem baixas importantes: Tomás Palacios e Leandro González Pírez estão suspensos, e Gabriel Neves está lesionado. A equipe argentina aposta no mando de campo e no desejo de revanche após a eliminação para o Flamengo nas quartas de final de 2025. A transmissão será feita pela ESPN e pelo Disney+. O jogo de volta acontecerá em 22 de outubro, no Maracanã.

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Foto: Gilvan de Souza/CRF
O Flamengo começa nesta quinta-feira (15) a disputa por uma vaga na final da Copa Libertadores de 2026. Às 21h30 (de Brasília), a equipe comandada por Leonardo Jardim enfrenta o Estudiantes, no Estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata, na Argentina, pelo jogo de ida da semifinal. O confronto reúne duas equipes que já se conhecem bem, mas chegam à decisão continental em momentos distintos na temporada.

Líder do Grupo A na fase de classificação, com 16 pontos, o Rubro-Negro atravessa uma sequência de sete partidas sem derrota, com seis vitórias e um empate. O resultado mais recente foi o triunfo por 1 a 0 sobre o Fluminense, pelo Campeonato Brasileiro. O Estudiantes, por sua vez, terminou a fase de grupos com nove pontos e enfrenta uma queda de rendimento no futebol argentino, embora tenha eliminado o Corinthians nas quartas de final da Libertadores.

A diferença de desempenho aumenta a expectativa sobre o Flamengo, mas não elimina as dificuldades de uma semifinal disputada em território argentino. Além da pressão da torcida adversária, Leonardo Jardim precisa reorganizar a equipe diante de ausências importantes, enquanto Alexander Medina tenta encontrar soluções para os problemas defensivos do Estudiantes.

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Foto: Gilvan de Souza/CRF

Flamengo chega embalado, enquanto Estudiantes tenta reagir no campeonato argentino


Estudiantes e Flamengo chegam à semifinal da Libertadores em situações distintas nos campeonatos nacionais. O Rubro-Negro lidera o Brasileirão e mantém uma sequência de sete partidas sem derrota, com seis vitórias e um empate. No compromisso mais recente, a equipe de Leonardo Jardim venceu o Fluminense por 1 a 0, resultado que reforçou a confiança antes da viagem à Argentina. A boa fase, entretanto, não elimina os desafios impostos pelos desfalques de Arrascaeta e Jorginho, que exigem mudanças na organização do meio-campo.

O cenário é menos favorável para o Estudiantes. A equipe de La Plata ocupa a nona posição no Clausura argentino e acumula três derrotas nos últimos cinco compromissos, sequência que evidencia a irregularidade no torneio nacional. No último jogo antes da semifinal, disputado em 10 de outubro, o time empatou por 2 a 2 com o Central Córdoba, fora de casa. Apesar das dificuldades na competição local, os argentinos chegam à semifinal depois de eliminar o Corinthians nas quartas de final, demonstrando que continuam capazes de competir em confrontos eliminatórios.

A diferença entre as campanhas ajuda a explicar por que o Flamengo inicia a disputa com a expectativa de assumir o protagonismo, mas não deve ser interpretada como garantia de superioridade em campo. O Estudiantes terá o apoio da torcida e a oportunidade de construir uma vantagem antes da partida de volta, enquanto o Rubro-Negro precisará equilibrar a confiança adquirida nas últimas rodadas com a cautela necessária para atuar em território argentino.

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Foto: Arte Fla10

Flamengo chega em alta, mas precisa encontrar alternativas sem Arrascaeta


A sequência positiva do Flamengo reforça a confiança para o primeiro confronto, mas o cenário exige atenção às peças disponíveis. Arrascaeta, responsável por boa parte da criação ofensiva da equipe, está fora após sofrer uma fratura no punho esquerdo. A ausência do uruguaio aumenta a responsabilidade de Lucas Paquetá na articulação das jogadas e exige maior participação dos demais jogadores do setor ofensivo.

Jorginho também desfalca o Rubro-Negro, mas por suspensão, após ser expulso nas quartas de final. A tendência é que Saúl assuma a vaga no meio-campo, ao lado de Erick Pulgar e Lucas Paquetá. A escolha preserva uma estrutura com três jogadores no setor, embora as características dos possíveis titulares sejam diferentes das dos atletas ausentes.

Sem Arrascaeta, o Flamengo precisa distribuir melhor a responsabilidade pela criação. Carrascal pode contribuir na condução e na aproximação entre os setores, enquanto Samuel Lino oferece alternativa de velocidade pelos lados. Bruno Henrique, por sua vez, pode explorar a profundidade e atacar os espaços nas costas da defesa argentina.

O desafio será fazer essas peças funcionarem de maneira complementar. Se o Flamengo depender excessivamente de iniciativas individuais, poderá encontrar dificuldades para superar a marcação adversária. A movimentação dos atacantes e a chegada dos meio-campistas à área serão importantes para evitar que a ausência do camisa 10 comprometa a produção ofensiva.


Estudiantes também tem problemas e prepara mudanças na defesa


O adversário rubro-negro não chega à semifinal com todos os titulares disponíveis. O técnico Alexander Medina não poderá contar com os zagueiros Tomás Palacios e Leandro González Pírez, suspensos pelo acúmulo de cartões amarelos. Gabriel Neves também está fora por lesão, o que limita as alternativas para a montagem da equipe.

A principal novidade na defesa é Marcos Rojo. Revelado pelo próprio Estudiantes e campeão da Libertadores de 2009, o zagueiro retorna ao clube com a missão de ajudar a reorganizar o setor em um confronto de alta exigência. A tendência é que forme dupla com Santiago Núñez, enquanto Gastón Benedetti ocupe a lateral esquerda.

Atualização: A defesa do Estudiantes enfrenta mais um problema às vésperas da semifinal. A inscrição de Marcos Rojo foi rejeitada pela CONMEBOL, e o clube argentino tentava reverter a decisão para contar com o zagueiro diante do Flamengo. Revelado pelo próprio Estudiantes e campeão da Libertadores de 2009, o defensor seria uma opção para reforçar o setor, porém sua participação depende da resolução deste impasse burocrático atá o momento da partida.


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Foto: Divulgação - EdeLP
As mudanças tornam a organização defensiva um dos pontos centrais da partida. Diante de um Flamengo que costuma encontrar alternativas pelos corredores e acelerar as jogadas no campo ofensivo, o Estudiantes precisará manter a compactação entre a defesa e o meio-campo. A coordenação dos defensores e a proteção às laterais podem determinar a capacidade argentina de conter os ataques rubro-negros.

Apesar da irregularidade recente no campeonato nacional, o Estudiantes mostrou capacidade de competir em confrontos eliminatórios. A classificação diante do Corinthians reforça que o desempenho na Libertadores não pode ser avaliado apenas pelos resultados obtidos no torneio local. Em uma semifinal, a equipe argentina tem a oportunidade de transformar o mando de campo em vantagem para o jogo de volta.

Revanche aumenta o peso do confronto em La Plata


O duelo desta quinta-feira também recupera a tensão do encontro entre as equipes nas quartas de final de 2025. Naquela ocasião, o Flamengo avançou nos pênaltis, após o Estudiantes vencer por 1 a 0 no jogo de volta e igualar o placar agregado em 2 a 2. A eliminação deixou um precedente recente que ajuda a explicar o clima de revanche em torno da semifinal.

Na fase de grupos da Libertadores de 2026, os clubes voltaram a se enfrentar. Houve empate por 1 a 1 em La Plata, enquanto o Flamengo venceu por 1 a 0 no Maracanã. Os resultados mostram que o Rubro-Negro conseguiu competir diante do adversário nos dois cenários, mas também indicam que o confronto na Argentina tende a exigir atenção defensiva.

O Estudiantes conta com o apoio da torcida e com a possibilidade de construir uma vantagem antes da viagem ao Rio de Janeiro. Para o Flamengo, o objetivo é administrar a pressão inicial sem abrir mão de buscar um resultado positivo. Evitar erros em zonas perigosas e controlar os momentos de aceleração do adversário será tão importante quanto criar oportunidades de gol.


Estudiantes aposta na intensidade para tentar pressionar o Flamengo


Jogar em La Plata coloca o Estudiantes diante da oportunidade de assumir a iniciativa e tentar condicionar o comportamento do Flamengo desde os primeiros minutos. A equipe argentina pode buscar pressão sobre a saída de bola, disputas intensas no meio-campo e ataques rápidos pelos corredores para aproveitar eventuais espaços deixados pelo adversário. O desafio será sustentar esse ritmo sem comprometer a organização defensiva, especialmente diante da capacidade rubro-negra de explorar os espaços quando consegue superar a primeira linha de marcação.

Para o Flamengo, resistir à pressão inicial exigirá tranquilidade na circulação da bola e precisão nas decisões. Superar a marcação com passes verticais ou inversões rápidas pode abrir caminhos para chegar ao campo ofensivo sem recorrer a lançamentos precipitados. Se conseguir controlar o ritmo e reduzir as perdas de posse em zonas perigosas, o time de Leonardo Jardim terá mais condições de neutralizar o impulso inicial dos mandantes.

A disputa pelo controle do meio-campo será, portanto, um dos pontos de observação da semifinal. O Estudiantes precisa transformar o apoio da torcida em pressão efetiva, enquanto o Flamengo terá de demonstrar maturidade para não confundir intensidade com precipitação.

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Foto: Arte Fla10

Histórico recente entre Flamengo e Estudiantes aumenta a tensão da semifinal


O confronto reúne equipes que construíram uma rivalidade recente em partidas decisivas da Libertadores. Nas quartas de final de 2025, o Flamengo venceu o jogo de ida por 2 a 1, no Maracanã, mas perdeu por 1 a 0 na Argentina. Com o empate em 2 a 2 no placar agregado, a classificação rubro-negra foi definida nas cobranças de pênaltis, vencidas por 4 a 2. A eliminação diante de sua torcida deixou no Estudiantes a oportunidade de buscar uma resposta justamente em uma nova disputa por vaga na final.

Os clubes voltaram a se enfrentar na fase de grupos da Libertadores de 2026. Em La Plata, empataram por 1 a 1; no Maracanã, o Flamengo venceu por 1 a 0. Os resultados mais recentes mostram um equilíbrio competitivo, embora o Rubro-Negro tenha levado vantagem no confronto disputado no Rio de Janeiro e conquistado a classificação no mata-mata do ano anterior.

A partida desta quinta-feira será, portanto, o quinto encontro entre as equipes em pouco mais de um ano. Para o Estudiantes, o duelo representa a chance de superar um adversário que o eliminou recentemente e avançar à decisão continental pela primeira vez desde o título de 2009. Para o Flamengo, é a oportunidade de reafirmar sua força diante de um rival conhecido e conquistar um resultado que permita disputar a vaga na final com maior tranquilidade no Maracanã.

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Foto: Gilvan de Souza/CRF

O que Leonardo Jardim precisa ajustar para a semifinal


A ausência de Arrascaeta e Jorginho coloca em evidência duas necessidades diferentes: encontrar soluções para a criação ofensiva e manter o equilíbrio do meio-campo. A formação provável com Saúl, Pulgar e Paquetá pode oferecer sustentação ao setor, mas o funcionamento coletivo dependerá das distâncias entre os jogadores e da capacidade de acelerar a circulação da bola.

Outro ponto importante será a reação à perda da posse. Em uma partida fora de casa, erros na saída de bola ou uma equipe excessivamente espaçada podem oferecer ao Estudiantes a oportunidade de atacar com velocidade e empurrar o Flamengo para perto de sua própria área. A recomposição dos pontas e a proteção dos laterais terão papel relevante para evitar esse cenário.

Na frente, a movimentação de Bruno Henrique e Samuel Lino pode ajudar a explorar os espaços deixados por uma defesa que também precisará se adaptar aos desfalques. Carrascal surge como alternativa para aproximar o meio-campo do ataque, enquanto Paquetá terá a responsabilidade de participar da construção sem comprometer o equilíbrio do setor.

A semifinal não exige que o Flamengo resolva a eliminatória em La Plata, mas torna importante evitar que o adversário chegue ao Maracanã com uma vantagem confortável. O resultado da ida precisa ser avaliado em conjunto com o desempenho: controlar o jogo, reduzir os riscos defensivos e criar oportunidades consistentes pode ser tão determinante quanto o placar final.

O jogo de volta está marcado para 22 de outubro, no Maracanã. O vencedor do confronto agregado enfrentará na final quem avançar da outra semifinal, entre Palmeiras e Fluminense.

Imagem secundária para Estudiantes x Flamengo: desfalques, revanche e pressão em La Plata desafiam o Rubro-Negro na semifinal da LibertadoresImagem: Gilvan de Souza/CRF
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