Fim da fase de grupos da Copa 2026: os craques, as decepções e os números que marcaram o Mundial até aqui
Imagem: Arte Fla10Com 215 gols, recordes históricos, zebras e atuações memoráveis, a maior Copa do Mundo da história já deixa marcas antes mesmo do mata-mata começar
A fase de grupos da Copa do Mundo de 2026 chegou ao fim, deixando um cenário claro: esta já é uma das edições mais imprevisíveis, emocionantes e históricas da competição. Com o novo formato de 48 seleções, o torneio entregou recordes, surpresas, goleadas, eliminações inesperadas e o surgimento de novos protagonistas no cenário mundial.
Ao longo dos 72 jogos disputados na primeira fase, foram marcados impressionantes 215 gols, transformando a competição em uma das mais ofensivas da história recente. A média de quase três gols por partida confirma o caráter extremamente agressivo das equipes neste Mundial.
Os melhores da fase de grupos
A seleção ideal da primeira fase contou com grandes estrelas do futebol mundial e algumas surpresas. Lionel Messi aparece como o principal nome até aqui. O argentino terminou a fase de grupos como artilheiro isolado da Copa, com seis gols, liderando uma Argentina que avançou com campanha perfeita.
Outro destaque absoluto é Vinícius Júnior. O atacante brasileiro marcou quatro gols, foi eleito o melhor jogador das três partidas da Seleção Brasileira e se consolidou como um dos principais candidatos ao prêmio de melhor jogador da Copa.
O francês Ousmane Dembélé também brilhou intensamente. Com cinco gols, incluindo um hat-trick diante da Noruega, o atacante comandou a excelente campanha francesa e chega embalado para o mata-mata.
Entre as surpresas individuais, nomes como Jhon Arias, da Colômbia, e o equatoriano Gonzalo Plata também ganharam enorme destaque ao conduzirem suas seleções às fases eliminatórias.
As maiores decepções do torneio
Se alguns jogadores encantaram, outros ficaram muito abaixo das expectativas. Manuel Neuer aparece entre as grandes decepções individuais. O goleiro alemão apresentou o pior índice de defesas entre os arqueiros com três partidas disputadas e recebeu fortes críticas durante a campanha da Alemanha.
Cristiano Ronaldo também encerrou a fase de grupos cercado por questionamentos. Apesar da classificação portuguesa, o craque passou em branco em momentos decisivos e mostrou dificuldades para influenciar ofensivamente a equipe em vários jogos.
Coletivamente, Uruguai e Irã figuram entre as maiores frustrações. Os uruguaios caíram ainda na fase de grupos pela quinta vez em sua história, enquanto o Irã protagonizou uma eliminação rara: deixou a competição invicto, mas sem conseguir avançar ao mata-mata.
Ge monta seleções dos melhores e dos piores da fase de grupos
Com o encerramento da primeira fase, o ge reuniu jornalistas especializados para montar as seleções dos melhores e dos piores da Copa até aqui. Entre os destaques positivos, o time ideal ficou formado por Raul Rangel (México); Dumfries (Holanda), Diney Borges (Cabo Verde), Davinson Sánchez (Colômbia) e Nakamura (Japão); Frenkie de Jong (Holanda), Gustavo Puerta (Colômbia) e Lionel Messi (Argentina); Vinícius Júnior (Brasil), Kylian Mbappé (França) e Erling Haaland (Noruega). O ataque estrelado evidencia o enorme protagonismo das grandes estrelas mundiais nesta edição do torneio.
Imagem: Arte Fla10Publicidade
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Por outro lado, a seleção das decepções teve Muslera (Uruguai); Sulaka (Iraque), Khusanov (Uzbequistão), Shkiri (Tunísia) e Robertson (Escócia); Çalhanoglu (Turquia), Valverde (Uruguai) e McTominay (Escócia); Sané (Alemanha), Son Heung-min (Coreia do Sul) e Enner Valencia (Equador). O levantamento destacou principalmente o baixo rendimento de jogadores que chegaram ao Mundial cercados de expectativa, mas acabaram ficando muito abaixo do esperado.
A Copa das zebras e da força africana
Talvez o principal símbolo desta fase inicial tenha sido o crescimento das seleções africanas. Pela primeira vez na história, nove equipes africanas avançaram ao mata-mata, tornando a África o continente com melhor aproveitamento proporcional de vagas nesta Copa do Mundo.
Cabo Verde protagonizou a maior história da competição até aqui. Estreante em Mundiais, a seleção terminou invicta um grupo que contava com Espanha, Uruguai e Arábia Saudita, garantindo vaga histórica na fase eliminatória.
Também chamaram atenção as campanhas de RD Congo, Marrocos e Costa do Marfim, que confirmaram a evolução do futebol africano no cenário internacional.
Os números mais impressionantes da primeira fase
215 gols marcados em 72 jogos;
Lionel Messi terminou a fase como artilheiro isolado, com seis gols;
Vinicius Júnior marcou em todos os jogos do Brasil;
A Copa já quebrou o recorde absoluto de gols em uma única edição;
A África classificou nove seleções ao mata-mata;
Cabo Verde tornou-se a grande sensação do torneio;
Agora, com o início do mata-mata, a tendência é que a competição atinja um novo nível de intensidade. Se a fase de grupos já entregou recordes e emoções históricas, tudo indica que a Copa do Mundo de 2026 ainda reserva capítulos ainda mais memoráveis para os torcedores ao redor do planeta.
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