Siga o FLA10

Flamengo crest
Flamengo
vs
Chapecoense crest
Chapecoense

Brasileirão Série A - Rodada 18

20 de Julho, 202616:00

Publicidade

728x90

Copa do Mundo

Lucas Paquetá dita o ritmo no setor de criação da Seleção e meio-campista ganha nova identidade na Copa do Mundo

Por Thiago Silva21 de junho de 2026
79 acessos
Lucas Paquetá dita o ritmo no setor de criação da Seleção e meio-campista ganha nova identidade na Copa do MundoImagem: Gilvan de Souza/CRF

Lucas Paquetá comanda o meio-campo com autoridade e meia reforça protagonismo na Seleção em atuação sólida na Copa do Mundo

A vitória do Brasil por 3 a 0 sobre o Haiti, pela fase de grupos da Copa do Mundo, teve novamente um protagonista silencioso, mas fundamental: Lucas Paquetá. Atuando no setor de construção ao lado de Casemiro e Bruno Guimarães, o camisa 20 foi peça-chave na organização ofensiva da equipe de Carlo Ancelotti, em uma atuação marcada por controle de jogo e leitura de espaços.


De acordo com dados consolidados do Sofascore, Paquetá manteve sua característica de regularidade no setor de meio-campo, com média de desempenho consistente entre 7,0 e 7,5 nas últimas temporadas, além de picos de atuação acima de 8 pontos em jogos recentes com a Seleção. Esses números reforçam um padrão: mesmo quando não aparece diretamente em gols, o meia sustenta o ritmo de construção e a fluidez da equipe.


Controle de ritmo e função tática no sistema brasileiro


Sob o modelo de jogo da Seleção, Paquetá atuou novamente como elo entre meio e ataque, com liberdade para flutuar entre as linhas e participar da construção em diferentes alturas do campo. Contra o Haiti, sua atuação foi marcada pela leitura de espaços e pela tomada de decisão rápida sob pressão, permitindo ao Brasil manter fluidez mesmo diante de blocos defensivos mais baixos.


O meio-campista também teve papel importante na recomposição, alternando momentos de avanço com retorno para fechar espaços no setor central, garantindo equilíbrio ao time durante as transições.


Brasil domina e confirma superioridade na fase de grupos


A vitória por 3 a 0 consolidou o Brasil na liderança do grupo e reforçou a solidez coletiva da equipe na competição. O time conseguiu manter intensidade constante, com domínio territorial e poucas brechas defensivas ao longo da partida.


Paquetá foi um dos responsáveis por sustentar essa estabilidade, contribuindo para a circulação rápida da bola e para a manutenção do controle do ritmo, especialmente no primeiro tempo, quando o Brasil construiu a vantagem no placar.


Contra o Haiti, o Brasil dominou as ações desde o início, e Paquetá foi o responsável por conectar o primeiro passe após a recuperação da bola com a transição ofensiva. O time encontrou no seu setor uma saída limpa sob pressão, com alta participação na circulação e na progressão da posse, especialmente no terço intermediário do campo.


A atuação coletiva da Seleção também valorizou o desempenho do meio-campista. A vitória por 3 a 0 consolidou o Brasil na liderança do grupo, com atuação segura e controle territorial, destacando o entrosamento crescente entre Paquetá, Vinícius Júnior e Matheus Cunha no funcionamento ofensivo da equipe.

Imagem secundária para Lucas Paquetá dita o ritmo no setor de criação da Seleção e meio-campista ganha nova identidade na Copa do MundoImagem: Rafael Ribeiro/CBF

Publicidade

300x250


Análise técnica — função de Lucas Paquetá na partida


Lucas Paquetá atuou como um meio-campista híbrido, exercendo funções tanto de organizador entre linhas quanto de conector da primeira fase ofensiva com o último terço. Sua principal responsabilidade foi receber sob pressão na zona central e dar continuidade à circulação rápida da bola, evitando a quebra de ritmo diante do bloco baixo do Haiti.

Sem a bola, Paquetá teve papel importante na estrutura de pressão pós-perda, encurtando espaços no corredor central e ajudando a orientar o encaixe da primeira pressão brasileira. Em diversos momentos, fechou linhas de passe no setor de volante adversário, forçando o jogo para os lados e reduzindo a progressão limpa do Haiti.

Com a bola, destacou-se pela mobilidade entre linhas, alternando movimentos curtos de apoio com infiltrações em diagonal, principalmente pelo lado esquerdo do campo. Essa flutuação permitiu ao Brasil criar superioridade numérica no meio, liberando laterais e pontas para ações mais agressivas no último terço.

Outro ponto relevante foi sua atuação como ponto de apoio para inversões rápidas, facilitando a mudança de corredor quando o Haiti se fechava de forma compacta. Ainda que não tenha sido o principal finalizador das jogadas, sua influência esteve diretamente ligada à fluidez da construção ofensiva e ao controle de ritmo da Seleção ao longo da partida.


Meio-campo ganha identidade e Paquetá se mantém como peça-chave


A sequência de jogos tem consolidado Lucas Paquetá como uma das referências técnicas do setor de meio-campo da Seleção. Mesmo sem participação direta em gols nesta partida, sua influência segue sendo medida pelo impacto estrutural no funcionamento da equipe, algo que os números do Sofascore ajudam a evidenciar dentro da constância de suas atuações.


Com mais uma performance segura em cenário de Copa do Mundo, o camisa 20 reforça sua importância no equilíbrio entre construção e controle, em um Brasil que evolui coletivamente e ganha consistência na fase de grupos.


Dentro do modelo proposto por Ancelotti, Paquetá vem sendo utilizado como um elo entre meio e ataque, alternando movimentos por dentro e ocupação de espaços no lado esquerdo. Essa liberdade tática tem permitido que o jogador contribua tanto na construção quanto na recomposição, algo que o Sofascore já vinha registrando ao longo das últimas partidas com participação ativa em fases diferentes do jogo.


A evolução recente do meia também é refletida na confiança do comando técnico. Mesmo sob críticas anteriores, Paquetá se mantém como peça central no sistema brasileiro, sustentado por consistência estatística e impacto estrutural, mais do que números diretos de gols e assistências.


Com mais uma atuação sólida em cenário de Copa do Mundo, o camisa 10 reforça sua posição como um dos pilares do meio-campo brasileiro em um time que ainda busca equilíbrio ideal entre controle e agressividade ofensiva.

Publicidade

728x90

Últimas Notícias

Fim da Copa, início da missão: trio uruguaio retorna ao Flamengo após eliminação da Celeste
Intertemporada

Fim da Copa, início da missão: trio uruguaio retorna ao Flamengo após eliminação da Celeste

Com a queda do Uruguai ainda na fase de grupos, Arrascaeta, De La Cruz e Varela voltam ao Rubro-Negro e reforçam o elenco para a sequência decisiva da temporada

13 horas atrás
Bélgica goleia Nova Zelândia, assume liderança do Grupo G e confirma vaga nas oitavas da Copa do Mundo
Copa do Mundo

Bélgica goleia Nova Zelândia, assume liderança do Grupo G e confirma vaga nas oitavas da Copa do Mundo

Com atuação dominante e show ofensivo, seleção belga vence por 5 a 1 e avança ao mata-mata como líder da chave

23 horas atrás

Publicidade

728x90